quarta-feira, 3 de abril de 2013

Depoimento: Festival Lollapalooza


Bom, voltei hoje do show do Pearl Jam, estou com uma gripe forte, mas vou tentar escrever como foi a experiência do festival; depois escrevo sobre o show do Pearl Jam. 

Ir em festivais no Brasil virou uma dor de cabeça; cheguei as 9:30 da manhã e entramos às 11:00. Até aí tudo bem, quem chega assim tão cedo sabe que tem que esperar na fila. Depois que o portão abriu, fui até o palco principal e consegui ficar uns 25 metros do palco na grade lateral, lugar minimamente decente para ver o show. Aí vem todos os problemas. É claro que eu sei que se chegasse mais na hora do show não precisaria ficar tanto tempo esperando, mas queria ver a banda de perto, aproveitar as poucas chances que tenho para assistir a um show da banda que amo.

Mas a minha crítica não é essa; o que me deixa triste em shows no Brasil é ficar esmagado, junto com outras pessoas, por horas e mais horas. Chegando a hora do show do Pearl Jam, várias pessoas estavam desmaiando e algumas perto de mim estavam completamente esmagadas e não conseguiam ver nada! Quando o show começou, mais 10 pessoas passaram mal, algumas desmaiaram; até o final do show contei, por cima, mais de 25 pessoas retiradas da “lata de sardinha”, suando, vermelhas e/ou desacordadas, que tiveram que ser levadas para uma ambulância. A culpa é delas? Elas não comeram nada, não beberam nada? Não, elas simplesmente não conseguiam se mover! Como iriam para o banheiro? Comprar refrigerante que era vendido no meio da plateia só era possível com a estúpida “moeda” do festival na mão, ou seja, não tinha como sair do aperto e trocar o dinheiro de verdade pelas “pillas”. Ainda bem que a organização do show distribuiu água para o “gado” que se submete (incluindo eu) a essa triste experiência . 

Outra coisa que me deixou triste e revoltado foi quando Per Almqvist, vocalista do The Hives, pediu para a plateia se abaixar por um momento, pois haveria uma parte da música em que todos levantariam (meio jardim de infância, certo?). Mas enfim, quando ele pediu isso, é óbvio que foi impossível para o público atender ao pedido do cara; estavam todos tão apertados que era impossível se abaixar (ainda mais até o chão). A banda, que provavelmente já tocou em vários festivais, não entendeu que era impossível se abaixar; é claro, em lugares mais civilizados o público fica minimamente confortável e pode se abaixar, mas aqui não; todos estavam esmagados. Esse acontecimento, aparentemente bobo, esconde uma triste verdade: enquanto em outros lugares, shows, festivais, é possível se movimentar na plateia (agachar-se é o mínimo de movimento, certo?), aqui no Brasil, ficamos estáticos, em pé, sem poder fazer nada, por horas e mais horas. Sei que não é apenas no Brasil que isso acontece, mas por favor, tenhamos o mínimo de senso crítico: achar que tudo aquilo foi bom e pretensão demais. É claro que o show do Pearl Jam foi ótimo, sempre é, mas é esse pré-show que irrita. Ou seja, se você quiser assistir a um show de perto (não tão perto assim pra muita gente), precisa se submeter a toda essa desorganização; tudo isso por 350 reais.

A pergunta que faço aqui é: a culpa é de quem? 

A minha resposta: Tanto de nós (público), quanto dos organizadores do evento. 

Nós, porque achamos que correr até se esmagar na frente do palco é correto. Sugestão: tenhamos mais calma na hora; ficar alguns metros para trás, e com um mínimo de espaço entre cada pessoa, torna a fantástica experiência que é ver um show do Pearl Jam ainda melhor. Vejam os shows dos dvds da banda, especialmente o Live at the Garden e o Touring Band 2000; no primeiro, o público assistiu tranquilamente ao show (e era em Nova Iorque! Imagina em cidades menores dos Estados Unidos). Assistam, e vocês vão entender melhor o que eu quero dizer. 

E a culpa é também da organização. Não digo tanto pela quantidade de gente, mas por permitir toda essa gente se esprema em um espaço mínimo. Sugestão? Separar a plateia em vários “blocos”, desde o palco até uma distância que normalmente ficaria lotada na hora do show, e calcular a quantidade de pessoas que podem ocupar esses espaços com o mínimo de conforto. À medida que o público vai chegando, bombeiros podem decidir quando um bloco, por exemplo, o mais próximo do palco, estiver cheio, e liberar o nível seguinte; ou fazer uma estimativa antes do show e liberar a quantidade decidida de cada divisão. Não seria preciso diminuir o número de ingressos vendidos (já que a ganância sempre vence nessas horas), mas apenas organizar a plateia em divisões; evitando desmaios, pessoas passando mal, e esmagamentos. Vocês podem perguntar: mas como essas pessoas irão transitar pelo festival se estão dentro de uma das divisões? Talvez pulseiras, cada uma com a cor de cada bloco, pudessem ser distribuídas  para cada pessoa quando elas entrassem no bloco; basta colocar um funcionário em cada saída para controlar quem sai e entra. Mas aí a área, principalmente a mais perto do palco, iria ficar vazia até o show do Pearl Jam? É possível, paciência; infelizmente não há uma maneira perfeita de se resolver a questão. Fãs do The Hives veriam o show na hora que a banda entra, e fãs do Pearl Jam poderiam entrar na área que receberam a pulseira na hora do show do Pearl Jam. Mas convenhamos, se deixássemos o espaço mais confortável, com menos gente em cada bloco, a maioria ficaria e curtiria todos os shows, tendo a chance de sair a hora que quisesse para ir ao banheiro ou comprar comida e bebida.

Pessoal, podem criticar as minhas opiniões ou colocar outras ideias. A experiência de ver o Pearl Jam aqui no Brasil não precisa ser dessa forma! 

Em breve posto as minha impressões do show da nossa querida banda! Aproveitei enquanto a coisa estava quente na minha cabeça (talvez seja a febre) para escrever esse depoimento!

15 comentários:

  1. Respeito suas opiniões, porém, não acredito que a culpa seja da organização, mas sim do próprio público. Festivais como esse aqui no Brasil não são muito recentes. Talvez ainda não estejamos suficientemente educados para participarmos da forma como você desejaria. Eu e meu esposo tivemos que chegar na fila às 5h da manhã para conseguirmos ficar na grade, e conseguimos. Mas tínhamos consciência de que se não desse ficaríamos longe das primeiras filas para conseguirmos ao menos respirar. É assim mesmo, aos poucos nós brasileiros vamos aprendendo. O que importa é que o show foi fantástico e faríamos tudo de novo para ficar na grade. E, para finalizar, não foi nem um pouco doloroso ou triste para nós ter que passar por tudo isso!

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    1. Concordo plenamente com você !
      Nós somos assim... a platéia é calorosa, é intensa... todo show no Brasil é nessa pegada, (por isso as bandas adoram) cabe a cada um se cuidar.
      é dificil mas não é impossivel se manter hidratado, podia entrar com copos de agua e comida industrializada...
      se não aguenta fiquem mais longe do palco, não vão ou saiam antes de ficar ruim, cada um tem que saber a sua limitação...

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  2. Correção: festivais como esse por aqui são muito recentes.

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  3. Eu concordo PLENAMENTE com a sua opinião. Cheguei às 7 da manhã lá e fiquei na grade lateral, a 15 metros do palco. Fiquei na mesma situação (inclusive a forte gripe e muita febre) e eu comentei a mesma coisa sobre controlar o número de pessoas em casa bloco. Fiquei até chateada, inclusive, por eu ter chegado tão cedo pra garantir um bom lugar e quem chegou 4, 5 da tarde se sentir no direito de me espremer lá pra ter a mesma visão que eu. Acabaram prejudicando muita gente. Tinha gente demais passando mal, toda vez que o Eddie perguntava se tava todo mundo bem, as pessoas ao meu redor respondiam que não.
    Eu fiquei na grade e estou cheia de hematomas por terem me empurrado. Eu entendo que é um festival e não é pra esperarmos vinho tinto e belíssimas acomodações, mas um pouco de respeito da organização do evento e do próprio público deveria ser o mínimo.
    Mas, como sempre, o jeitinho brasileiro reina. A organização do festival querendo lucrar de qualquer jeito e o público querendo se dar bem em cima dos outros, chegando mais tarde e se espremendo com pessoas que estão lá há 12 horas em pé.

    Quanto ao show da banda, eu sei que é festival e eles dão prioridade aos clássicos, além de eles virem pouco ao Brasil e, quando vêm, tem que fazer um show bem forte, com Black, Jeremy, pq a maioria das pessoas que estão lá, estão no show deles pela primeira vez ou, se já os viu antes, faz anos. Querem os clássicos.
    Mas eu fiquei um cadinho decepcionada. O show foi maravilhoso, claro, com muita energia, com a galera da banda dando muito amor pra gente, como sempre, mas eu fiquei sim um pouquinho decepcionada pq achei que eles podiam mesclar os grandes sucessos com músicas não tão famosas assim que agradem aos que acompanham mais a banda. Não peço Sweet Lew e Bee Girl, que sei que seria bem difícil, mas Oceans, I am mine, Breakerfall, Breath and a Scream, Around the bend sabe?! Essas músicas que nem todo mundo sabe cantar, mas a maioria já ouviu e que seriam mais especiais pra mim do que Even Flow...
    Mas eu sei que é complicado fazer isso em um festival, ainda mais com tempo limitado.
    De qualquer forma, Pearl Jam sempre vale a pena. :)

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  4. João MArinho Chinaski3 de abril de 2013 19:39

    Fui ver o Pearl Jam em 2011 no Rio de Janeiro, até hoje me impressiono como foi organizado e tranquilo. Os seguranças só faltavam nos pegar pela mão e nos levar até um lugar confortável perto do palco. Mas, não foi um festival, foi apenas a banda X e o Pearl Jam, as pessoas mal encostavam em mim. Sempre soube que festivais eram uma furada pra quem quer ver show em conforto. Mesmo assim, pelo PJ vale tudo, é só beber água suficiente, comer comidas leves e cair na real que show de rock é assim mesmo. Fui quase esmagado num show do Deep Purple em Recife e desde então sempre procurei me resguardar nos shows de bandas grandes, por isso me fodi de grana pra ver Paul McCartney no conforto do camarote e tive uma ótima sacação ao preferir ver o Pearl Jam fora dos festivais. E eles se liguem porque pra se repetir algo como na Dinamarca não é difícil.
    É muito mais interessante ver eles se preocupando em não tocar em festivais doque se preocupando com direitos de imagens, transmissões ao vivo e tal... Foi minha primeira decepção com a banda em mais de 18 anos que sou fã. Agora, voltaram atrás e o multishow vai transmitir o show neste sábado, valeu de que tanta putaria? Coisas assim acontecem, mas, ainda sou um fã mesmo sabendo que o PJ também vacila.

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    1. Sobre a não transmissão do show pelo Multishow.
      Aconteceu o seguinte: quando foi assinado o contrato,
      Eddie Vedder não sabia que o Multishow era um canal de televisão pago.
      Achava que era um canal aberto, como quando a Band transmitiu seu show em 2005.
      Quando soube que teriam que pagar para assistir o Multishow, ele cancelou o contrato de transmissao, pq "ou todos vão assistir ou ninguem, não pode haver privilegios aos mais afortunados". Explicação do Eddie a uma fã na saida do hotel... Quando viram o tanto de pedidos para liberação mudaram de ideia

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    2. Isso não faz sentido, pq mesmo quem não tem tv fechada teria a possibilidade de assistir pela internet no site do canal. Seria legal pra todos os fãs, NO BRASIL E NO MUNDO, que não puderam ir ao show.

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    3. Aí tem mais coisa! Ainda estou indignada com a postura deles, mas gosto dos caras, fica difícil não curtir os shows... Porém, agora, é com parcimônia! ;)

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  5. Eu tambem estava lá, cheguei cedo pra caramba. Não arredei o pe de onde estava, não olhei nada alem do palco principal. Levei comida e água de casa só pra não precisar sair do meu lugar.
    Deixei de assistir o Kaiser Chiefs que tanto gosto pra não perder o Pear Jam, mas no final das contas valeu a pena. Sinto por aqueles que se esforçaram tanto pra ficar ate o final do show, mas foram retirados pelos bombeiros.

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  6. Joao,
    Esse foi o motivo principal da minha desistencia em ir ao Lolla.
    Primeiro porque teria a obrigacao de assistir a outros shows sabendo que teria que aguardar o ultimo show.
    Segundo porque eu gosto de assistir a shows de perto. Quanto mais perto melhor. Dai imaginei que em festivais isso seria complicado (nunca fui a um festival).

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  7. João, nao tenho certeza que vírus era este que se propagou no Lolla, mas ontem estava com 40 graus de febre...quase no nível de delírios e alucinações...enfim!
    Concordo plenamente com sua opinião. E eu nao frequentarei mais festivais enquanto os organizadores nao aprenderem um matemática básica : custo x arrecadação x infra-estrutura.

    Lhe desejo melhoras, Carla Iza

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    1. Me orgulho de ter ido aos 3 shows do PJ no Brasil e de sempre ter ficado em um bom lugar. Realmente este foi o pior em termos de organização e postura do público. Mas essa banda tem um magnetismo, uma coisa diferente que não dá para explicar. Cada vez mais fãs são conquistados e os shows mais concorridos. Acho a ideia de separar o público por blocos uma boa, o único problema é que os blocos da frente do palco acabariam sendo vendidos mais caros e distribuídos entre as pessoas mais influentes. Mas acho que poderia ser tentado essa fórmula, desde que não houvesse preço diferenciado. O show foi fantástico, mesmo com todo o aperto. Se eu pudesse, iria para todos na América do Sul...

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  8. Eu fui uma das que passaram mal. Estava há umas 5 horas em pé, esmagada, sem conseguir nem mover os pés. Quando começou o show, as pessoas queriam pular ao meu lado, cheguei a quase tomar coloveladas no rosto. No meio do show, já nao me aguentava em pé, acho que a pressão caiu e precisava desesperadamente tomar agua ou refri, qualquer coisa. Precisei sair do meio da muvuca e ir pro bar, mas dei sorte, achei um espaço na grade (da fila do bar), sentei em cima e assisti a outra metade do show, sentada e confesso que até tive uma visão melhor do palco, pq no meio da multidão confesso que nao consegui ver alem do telão. Não vejo a hora de baixar o show para poder assistir decentemente.
    Abraços a todos.

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  9. Olá João e restantes "Pearljammers",

    Gostei de ler a crónica e os comentários. Sou português e moro em São Paulo desde Janeiro deste ano, por isso este foi o primeiro festival e concerto de Pearl Jam que vivi no Brasil. É interessante saber o que pensam e como vêem as coisas por aqui. Já fui a vários festivais e concertos de Pearl Jam, em Portugal e noutras partes da Europa, por isso posso pôr algumas coisas que escreveram um pouco em perspectiva. Em relação ao aperto e longa espera, é algo muito comum em concertos de Pearl Jam, principalmente em festivais, independentemente da organização. A banda tem um culto gigante e devoto em toda a parte e, principalmente nos países latinos, o público faz questão de demonstrar ao máximo o quanto gosta de Pearl Jam, há sempre milhares de pessoas que querem ficar em frente ao palco. Os concertos nos Estados Unidos são mais civilizados porque o público é mais calmo e porque a maioria das arenas são obrigadas a ter lugares sentados, mesmo na plateia em frente ao palco, o que limita muito a confusão. Apesar disso, estava bastante à frente, junto à grade do meio do palco, e achei que o numero de pessoas tiradas pelos seguranças e bombeiros neste concerto foi o maior que já vi, foi um bocado impressionante. Acho que a ideia das divisórias é boa, tenho medo é que sirva para aumentar os preços e cobrar lugares VIP. É preciso pensar em formas de melhorar a segurança nestes eventos, embora no caso a organização tenha aplicado aquilo que é normal no mundo inteiro, com várias barreiras e caixas na plateia.

    Em relação ao concerto, gostei e achei bom, dentro do que é possível num festival. É claro que um concerto em nome próprio numa sala fechada é outra coisa a todos os níveis e é aí que podem sair as raridades que a NathaliaWichan queria, principalmente se tocarem mais do que uma noite na mesma cidade. Mas Pearl Jam é sempre aquela máquina bem oleada, parece que quase não envelheceram nos últimos 8 anos. Ou então são como o vinho do Porto, quanto mais velho, melhor!

    Em relação à organização do festival, acho que ficou aquém do exigível.
    Como pontos positivos:
    - O cartaz (line-up) do festival;
    - O tamanho do recinto, achei adequado, embora sem grande folga;
    - A localização, com vários transportes públicos perto, incluindo o metrô.

    Como pontos negativos:
    - O preço. Não sei se têm noção disto, mas o preço dos bilhetes para este festival foi bem mais alto que o normal em eventos semelhantes, com bandas do mesmo nível. Até certo ponto, eu consigo entender que os preços sejam menores na Europa, devido ao número de concertos de cada tour ser bastante maior e por isso haverem economias de escala, devido aos circuitos e organizadores já estarem bem estabelecidos, devidos às infraestruturas, etc. Mas mesmo assim, acho que a diferença é demasiado grande e por isso o mínimo seria a organização do festival ser excelente...
    - O terreno. Apesar de ter chovido pouco e só no primeiro dia, o terreno era um enorme lamaçal e cheirava a bosta de cavalo.
    - A alimentação: cara, de fraca qualidade e com poucas opções. Este foi o primeiro festival onde estive em que havia acordo de exclusividade com um fornecedor de comida. Normalmente existem vários concorrentes, com opções que vão desde junk food a vegetariano e até sushi.
    - Espaço para comer. Foi o primeiro festival onde fui em que não havia mesas e bancos para as pessoas comerem e conviverem.
    - Banheiros. São sempre maus num festival, mas é possível serem bem melhores do que foram. Por exemplo, a maioria das pessoas só usa para urinar (tenho pena de quem tem que usar para algo mais...), no banheiro dos homens podiam instalar um mictório grande, ocupando uma das paredes com água a correr e um cano de saída para o esgoto. Ainda poupavam dinheiro em WCs e espaço. Também podiam usar módulos pré-fabricados, como existem em algumas obras grandes, com WCs individuais com luz. E podiam ter os lavatórios a funcionar (é um mínimo) e staff de limpeza em permanência.

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  10. Olá!Achei bem interessante as ponderações e aproveito para colocar as minhas: ainda não fui a tantos shows do PJ mas tive a oportunidade de assisti-los em ambientes fechados(2 no ziggo dome em Ams)e aberto( Rio, 6/11/11,na apoteose)mas c/ show exclusivo e em festival( mains square em Arras 2012 e agora no lolla SP ,além do costanera sur em BAires 2013),quando eles se juntam a outras bandas; show exclusivo é certo o espaço para o 10club e a chegada pode bem menos antecipada para ficar na frente, assim como o numero controlado/vendido de pessoas na plateia; festival não dá p/ser assim; a sugestão de limitar num. de pessoas nos espaços gradeados pode até funcionar, mas chegou, ficou! não dá para ir passear e seu lugar ficar "guardado"!! não existe; a estrutura do lolla sampa deixou a desejar , e muito; precisavam ver os mesmos banheiros quimicos em BAires( impecaveis e c/funcionarios limapando a toda hora);mas tb já falaram, o show vale a pena de perto ou de longe, pois a energia que rola na plateia é sempre surpreendente; mas, sendo brasileira e orgulhosa( apesar deste nosso Brasil como está ), os argentinos são disparados os fãs mais intensos!não é questão de gostar/amar/adorar mais ou menos, é a expressão disto; os shows: maravilhosos, mesmo com os setlists mais "preguiçosos" que já vi-rs ; que venho o próximo!!

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