quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Criticas Lightning Bolt e Enquete

Ao longo dos últimos dias tenho visto muitas críticas, tanto positivas quanto negativas, referentes ao Lightning Bolt. Por exemplo, tem jornalistas criticando e dizendo que o disco é só uma desculpa para o Pearl Jam sair em turnê. Outros falam muito bem do disco. Até agora, todos a maior parte dos sites americanos e europeus tem dado uma opinião muito positiva em relação ao disco. Trago aqui três opiniões diferentes de sites brasileiros e também uma enquete para saber que nota os fãs do Pearl Jam dariam para o disco. A enquete encontra-se no canto superior esquerdo do blog.

Para ler as diferentes críticas, basta clicar nos links abaixo:




18 comentários:

  1. Minha resenha:

    RESENHA: "LIGHTNING BOLT" - PEARL JAM (2013) Nota: 6,0

    Sempre imaginei que quando o Pearl Jam (quem me conhece sabe que é minha banda preferida) lançasse seu 10º disco teria cumprido sua missão neste planeta... não que eu não queira que a banda lance mais discos mas pelo simbolismo do 10º disco (talvez pelo fato do primeiro disco se chamar "Ten"). Eis que, passados pouco mais de 22 anos do lançamento do 1º o "Dez", eles lançam o simbólico 10º disco: o "Relâmpago." E, usando as magistrais palavras do Raul, "confesso abestalhado que eu estou decepcionado..." não se trata de um disco ruim (pelo contrário) mas "pouco" para quem fez aquele que é na minha sistemática opinião o único disco nota 10 já gravado ("Vs.") entre os que já ouvi e avaliei obviamente. Esperava - pela própria expectativa criada pela banda - algo mais "experimental" (como o soberbo "No Code"), mas o que ouvimos, salvo exceções ("My Father's Son", "Pendulum" e talvez "Infallible") é "mais do mesmo" mas qualitativamente menos do que a banda fez em seus trabalhos anteriores.

    Quando "Mind Your Manners" o primeiro single quase hardcore saiu imaginei que o disco seria mais "pesado". "Sirens" é uma das faixas mais "constrangedoras" que a banda já fez (e felizmente foram poucas)... as garotas vão adorar é claro (baladinha e tals) mas é algo muito "mela cueca" pro meu gosto (nada contra baladas e o Pearl Jam tem várias maravilhosas) mas essa aqui tem um quê de James Blunt como alguém já sugeriu...

    O ponto alto do disco é "Infallible" que tem teclados e um "andamento" um pouco "diferente" ("progressivo"?) e que possui uma das coisas que mais valorizo na banda: os vocais "emocionais" do Eddie... o crescendo do refrão me lembra os gloriosos tempos do "Vs." (o auge vocal em termos de potência dele), no entanto, a voz do Eddie não é mais a mesma...

    Enfim, "Lightning Bolt" é um bom disco mas tirou o título de "Riot Act" de disco menos bom da banda.

    Músicas /Nota:

    1. "Getaway" - 5,5
    2. "Mind Your Manners" - 6,5
    3. "My Father's Son" - 6,5
    4. "Sirens" - 4,5
    5. "Lightning Bolt" - 6,5
    6. "Infallible" - 8,5
    7. "Pendulum" - 5,0
    8. "Swallowed Whole" - 5,5
    9. "Let the Records Play" - 5,0
    10."Sleeping by Myself - 6,5
    11."Yellow Moon" - 6,0
    12."Future Days" - 6,5

    A título de (in)"utilidade pública" segue meu ranking dos álbuns do Pearl Jam:

    1. "Vs." (1993) Nota: 10
    2. "No Code" (1996) Nota: 9,5
    3. "Ten" (1991) Nota: 9,5
    4. "Vitalogy" (1994) Nota: 9,0
    5. "Backspacer" (2009) Nota: 7,5
    6. "Yield" (1998) Nota: 7,0
    7. "Pearl Jam" (2006) Nota: 7,0
    8. "Binaural" (2000) Nota: 7,0
    9. "Riot Act" (2002) Nota: 6,5
    10. "Lightning Bolt" (2013) Nota; 6,0

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  2. PS: :Parabéns ao Luiz Henrique por mostrar diferentes opiniões sobre o álbum, isso mostra que você é fã, não fanático!

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  3. realmente o PJ faz gerar varias opinioes de seus discos..........."eu" ja acho o riot act um dos melhores e o q menos gosto e o binaural.....quanto ao LB eu ja esperava um album mais ou menos nesse estilo.....acho q o unico ponto fraco do album foi regravar sleeping by myself do eddie...poderiam dar espaço a uma inedita!!!!!!mas algumas pessoas ainda esperam um album com a pegada do ten....!!!!

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  4. 1. "Ten" (1991) Nota: 10
    2. "No Code" (1996) Nota: 9.5
    3. "Vitalogy" (1994) Nota: 9,0
    4. "Vs." (1993) Nota: 9,0
    5. "Yield" (1998) Nota: 8,5
    6. "Riot Act" (2002) Nota: 8,5
    7. "Binaural" (2000) Nota: 8,0
    8. "Lightning Bolt" (2013) Nota; 7,0
    9. "Pearl Jam" (2006) Nota: 7,0
    10. "Backspacer" (2009) Nota: 6,0


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    1. Pôxa, Gabriel: 8,5 no Yield???

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    2. No geral o disco é muito bom. Verdade que eu esperava algo mais surpreendente, mas o disco é foda. As tríade inicial do álbum é fascinante. Sirens pode até soar James Blunt, mas é uma balada perfeita. Pendulum é bem nebulosa e uma das melhores do CD. Caberia perfeitamente no set do Binaural. Os outros destaques ficam por conta das duas canções derradeiras do álbum, que possuem melodias marcantes.

      Segue meu ranking de álbuns da banda:

      1 - Ten = 10
      2 - Vitalogy = 9,9
      3 - Yield = 9,6
      4 - VS = 9,5
      5 - Backspacer 9,3
      6 - No Code 9
      7 - Lightning Bolt 8,8
      8 - Binaural = 8,5
      9 - Avocato = 8
      10 - Riot Act = 7,5

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    3. Só nota 7,0 para o Yield, você ta locô?

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  5. Depois de algumas audições, também quero compartilhar minhas impressões sobre o Lightning Bolt. Vamos lá:

    1 - “Getaway”: O groove salva a música dos rocks genéricos do Backspacer (álbum do PJ de que menos gosto) e faz dela uma das minhas preferidas do Lightning Bolt - é uma delícia. Pearl Jam em ótima forma!

    2 - “Mind Your Manners”: Ok, legal, divertida, mas perdoem-me os xiitas: essa é "Mais ou Menôs"! Sou mais o cover que o PJ fez dos Dead Kennedies, “Bleed For Me”, no EP Live at Easy Street Records (é simplesmente do c@$#&o).

    3 - “My Father's Son”: Assim como a primeira do álbum, esta é outra que dá gosto de ser fã de carteirinha do PJ! "Jeff Ament rules"! E a interpretação do Eddie aqui também faz a diferença.

    4 - “Sirens”: Apesar de ser comercial demais, aceito essa música (hahaha, quem sou eu) por causa dos excelentes músicos que a executam. Ficou bem feita, bem acabada, e com uma letra tocante, sem ser cafona. Difícil é o finalzinho: "Aah ah, oh oh / Aah ah, oh oh".

    5 - “Lightning Bolt”: Hummm, boa... mas “Unthought Known” é mais bem resolvida, embora seja menos rock que a LB.

    6 - “Infallible”: Aahh, finalmente o experimentalismo, a novidade bem sucedida que esperávamos. Ainda tenho que me acostumar com os sintetizadores, mas essa é um dos pontos altos do disco. Só espero que não convidem o Jay-Z para um dueto nessa.

    7 - “Pendulum”: Agora sim, O ponto mais alto do álbum!!! Sensacional!!! Essa música é tão boa que deveria ser mais longa, ter uma introdução maior, ou até ter uma "Pendulum Reprise" toda instrumental. Ela é toda boa! E me fez voltar a ouvir o Binaural. Aliás, vocês repararam que voltaram a incluir mais músicas do Binaural nos setlists? Não é por acaso!

    8 - “Swallowed Whole”: Tá aí uma canção que se desenvolve de forma tão gostosa e não linear que gosto cada vez mais dela. E a influência do grande REM também é uma bola dentro. Pra completar, o solo do Mike!!!! “Diliça”!!

    9 - “Let The Records Play”: Bola fora demais! Essa eu pulei praticamente toda vez que tentei ouvir o disco do início ao fim. Deveria ser um b-side de algum single (no máximo).

    10 - “Sleeping By Myself”: Versão full-band muito melhor que a original. Ficou muito interessante essa versão country/americana. Mas não deveria ter entrado no álbum - não tem a ver! Essa, apesar de muito boa, deveria ser outro b-side, ou até motivar um EP só de músicas como essa (tá aí!). Não tenho nenhum preconceito a respeito.

    11 - “Yellow Moon”: Essa parece muito com o Neil Young! É boa sim, mas, sei lá, falta algo nela para ser melhor, para bater fundo, sabe? Talvez se os caras tivessem ouvido de novo o Binaural (“Parting Ways” por exemplo), teriam dado mais profundidade(?) a essa canção. Ela também me lembra o Into The Wild do Eddie e, inclusive, pode fazer parte de alguma trilha sonora.

    12 - “Future Days”: Essa mostra que o Eddie tá ficando repetitivo com as declarações de amor para a Jill. Achei bonitinha só. Pelo menos também me faz lembrar o Neil Young e o Bruce Springsteen, o que em ambos os casos sempre significa algo bom, em termos de composição musical.

    Olhando o álbum como um todo, acho que o Pearl Jam quis mostrar aqui que estava a fim de transitar por vários ritmos, várias atmosferas musicais. Quiseram experimentar não só no sentido de tentar algo novo (Infallible por excelência), mas também no sentido de fazer um álbum mais variado, mais sortido: tem rock n’ roll, tem punk rock, tem balada comercial, tem escuridão e desolação (Pendulum), tem a luz do REM, tem blues-rockabilly (mal sucedido), tem americana, tem algo folk do “Uncle Neil” e do “Boss”. Ou seja, esse trabalho mostra que eles são muito versáteis e competentes.

    É um trabalho muito bom, mas eu esperava mais: mais ousadia, mais paixão, mais... magia. Magia essa que senti pela última vez no Abacate (obviamente me refiro aos trabalhos de estúdio – Pearl Jam ao vivo é uma experiência à parte, fora do comum).

    É isso! E desculpem pelo texto longo.

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    1. É isso aí Alexandre. Bate muito com a minha opinião e acredito que de vários aqui do blog. Acho que vc deveria dar uma chance para Let Records Play. Não é uma das melhores mas é uma música legal. Apesar da levada rockabilly, tem muito do Pearl Jam aí. Você esqueceu de dar aquela questionada também naquele "aaah! ahahahah" do Pendulum também, que alguém aqui no Blog já chamou de "dança da chuva". Para mim, este álbum foi uma grata surpresa e o grau de satisfação superou a que tive com o Abacate e com certeza foi muito além da do BS. Agora fico na torcida para que não deixem abrir um hiato tão grande para o próximo álbum. Tenho certeza que esta galera ainda tem muita coisa nova a dizer.

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    2. Prezados, também estou lendo as resenhas da midia especializada e as críticas não são nada favoráveis. Sem dúvida foi o álbum com as resenhas mais negativas.
      Estranho!

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    3. Alexandre, acho que depois qe ouvir Let records play ao vivo sua opinião quanto a ela vai mudar... Yellow moon faltou o mike alongar mais o solo... e Sirens está perfeita. De resto concordo contigo acho que foi a resenha que mais aproximou da minha opinião.
      Pecado foi Of the earth ter sido esquecida...nem como b-side de single... poderia fechar o cd com uns 8 minutos de duração... mas... só que não...

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    4. Realmente "Of the earth" merecia estar no LB, com certeza no lugar da "Sleeping by myself". Acho que é uma música bem no estilo "The Who" mas com muita personalidade e muito alto astral. Fico pensando que ficaria ótima numa versão de estúdio bem trabalhada, com um solo incrível do Mike. Quem sabe no próximo álbum.

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    5. RB Buster, no caso de Pedulum, o "ah-ah-ah-ah-ah" tem TUDO a ver com o ar sombrio da música, do "pêndulo da morte" e tal. Esse tipo de inserção nas músicas não são sempre ruins (adoro o "tchururu" no final de Black). Mas quando fica gratuito, pop demais, aí não me agrada. Tenho um exemplo perfeito de como esse tipo de coisa pode beirar o ridículo: lembra de uma música do Capital Inicial que tem o seguinte: "Pneus de carro cantam tchururutchu..." Como assim??? kkkk... Esse é um caso típico de letra mal trabalhada em que o tchururu só existe para fazer a música não perder a melodia e cair no gosto da galerinha... Não quero comparar o PJ com o Capital Inicial, quero apenas ilustrar a questão.

      RB Buster e felipe vnery: também acho que "Of The Earth" teria acrescentado muito ao LB. Mas, como o Felipe disse, "só que não"... uma pena.

      Quanto à "Let The Records Play": vocês viram o vídeo/vinheta oficial do Stone tocando ela? Então, se eles tivessem mantido uma levada mais para o blues, como feito pelo Stone no vídeo, provavelmente eu teria gostado mais. Acho que em estúdio o fator "Brendan O'Brien" deve ter contado para a música ficar do jeito que ficou. Mas tomara que vocês estejam certos e as versões ao vivo sejam melhores que a de estúdio. Isso acontece e mostra justamente o que os caras da banda falaram em uma das quatro entrevistas oficiais: uma música vai evoluindo à medida que ela é tocada, testada, experimentada! Eles são os caras mesmo, né?

      Abraço e valeu pelo feedback!

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  6. Pra quem nao toca nenhum instrumento, Lets records play vira uma música comum e estranha, mas pra quem toca guitarra, violão lets record vira um puta som, todo afinado em D. Tem a pegada de Red mosquito e Half full. O instrumental, vocal e melodia é muito foda. Esse cd tem de tudo! A música mais fraquinha é Swallowed. Ela é realmente pobre de arranjos e melodia. Nada contra música linear.. adoro wishlist por exemplo, mas swallowed não é bem resolvida. Tb acho um pecado nao colocarem Of the earth com mais de 8 minutos de enrolação e solos... Achei esse cd muito bom, nível do No code.

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  7. Olá Luiz Henrique, tudo bem?

    Cara, vai me desculpar mas você escreveu o seguinte no último post: "Vale lembrar que o Vs. vendeu na primeira semana 950 mil cópias em 1993. Estranho perceber como em 'apenas' 20 anos os meios digitais de compartilhamento de música diminuíram tanto as vendas dos discos físicos."

    É piada né? "Estranho perceber" você disse? A raça hoje em dia não consegue mais escutar um álbum completo cara, depois que a Internet entrou em ação... A galera (a maioria) não dá mais valor prá um álbum completo, só baixam as músicas que querem na Internet, escuta alguma vezes e deu, descarta que nem papel no lixo. Foi-se o tempo de comprar um álbum, tê-lo nas mãos fisicamente e desfrutá-lo junto com o encarte, até o fim da vida! Menos de 01 ano de internet já foi o suficiente para diminuir as vendas dos discos. Depois a galera fica indignada que o Pearl Jam luta contra a pirataria, faz e inventa um monte de recursos para impedir a pirataria e para estimular a compra do álbum. Daí o cara escuta 01 ou 02 músicas do álbum novo na Internet (nem espera para escutar o álbum todo) e já fica dando opinião medíocre. Até parece que o Pearl Jam aprova esta atitude.

    Daí Daniel, beleza? Mind Your Manners é hardcore agora? Poxa, essa é novas!!! Hardcore que nem Pennywise, NOFX..., aham, sei, sei. O estilo de guitarra que nem as guitarras do CPM22, né? Não preciso nem dizer que é influência total do punk rock, Ramones. Uma das características do hardcore é a guitarra abafada (se tu sabes tocar guitarra ou se você já teve banda de garagem, então tu sabes o que eu quero dizer com guitarra abafada). E outra, no começo do seu comentário, querendo ou não, você já se entregou de que estava esperando um novo Ten, ok? Você deixou expressar através de sintomas do seu inconsciente com metáforas sobre o 10º disco, remetendo ao Ten. Mais uma opinão comparada ao Ten... é triste isso. Você disse que quando o Pearl Jam lançasse o 10º álbum a missão deles na Terra estaria feita??? Pirou cara??? Missão, que missão??? Ah, claro, é que o 10º álbum seria um novo Ten, certo? Entendi! E o Riot Act era o álbum menos bom da banda??? Tá falando mal do Riot Act??? Sério????? Então tá bom, respeito a sua opinião, ok?

    E para os que não gostaram da minha opinião, por favor, não me respondam, ok? Mandem uma mensagem direto para os caras do Pearl Jam ou para o Ten Club prá ver se eles aprovam o que vocês dizem, ok? Aliás, porque que ninguém faz isso??? Ficam falando mal da banda aqui no Blog, mas eu queria saber se vocês escrevem estas coisas lá no fórum do Ten Club, uma carta diretamente direcionada aos membros da banda! Alguém já fez isso? Se alguém fez, eu queria dar os parabéns por ter tomado esta atitude, por mais que os caras não tenham curtido a opinião da pessoa que mandou a mensagem... (com certeza não curtiram, os caras na maior empolgação compondo as músicas do álbum novo e um nó-cego aqui se fazendo de crítico da Rolling Stone, hahahahaha).

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  8. Bom, minha opinião sobre o álbum é a seguinte: eu acompanho a banda desde 1993, isto quer dizer 20 anos! é a trilha sonora da minha vida e certamente quando eu tinha 13 anos e os membros da banda seus vinte e poucos juntamente com o "fervor" dos anos 90 quando eles lançaram o Ten o momento de vida era outro. não adianta esperar que hoje, eles com quase 50 anos na cara tenham aquela mesma energia de antes...a vida muda, a minha mudou bastante e com certeza a deles também...família, filhos, responsabilidades, acertos, erros...tudo isso faz a gente ficar mais brando...como eles mesmos comentaram "somos homens de família agora" e nada mais justo do que fazerem músicas coerentes com suas vidas. Assim como todas as bandas amadurecem e acabam mudando um pouco o rumo do som. Pois bem, pra mim, o LB retrata bem isso, uma banda mais centrada, mas ponderada e que está fazendo da melhor forma o que SABEM fazer: músicas que retratam suas vidas, seus sentimentos e quem esperava que o LB fosse um novo Ten se decepcionou mas temos que pensar que o PJ não é o mesmo e nós também não somos os mesmos de 1993.

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  9. o que me entristece é a negatividade das letras...porra ed vedder rico fazendo o q gosta no meio de amigos com 2 lindas filhas..vc surfa..caralho...não dá pra gostar só um pouquinho da vida não?..e demonstrar um pingo de gratidão a DEUS por tudo q ele te deu?..ah..mas é porq o mundo é UMa bagunça..então nos maNde recado de esperança ué..senão a bagunça piora mais ainda..ridículo...por isso q as melodias são tão tristes..falta amor...a DEUS ..A VIDA..A TUDO!!!

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  10. "Sometimes I reach to myself
    Dear God...
    Can you hear, Dear God...
    Come down here, Dear God..."

    Sometimes

    Eddie nunca declarou, mas tudo indica que ele é ateu.
    e outra, ele pode se expressar como bem entender saca,
    se ele não agradece a um suposto Deus, o problema é todinho dele ;)

    Odeio religiosos :)

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